O inimigo nº 1 de um negócio, segundo 7 personalidades de sucesso

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tough-converstaionsO inimigo número um do empreendedor de primeira viagem

Vou fazer uma confidência. “Meus primeiros seis anos no negócio foram desanimadores. Muitas vezes eu sentava e me perguntava: Por que estou fazendo isto. Eu nunca mais farei isto. Isto não vai funcionar. Vou desistir e conseguir um emprego real para tentar sobreviver” (GL).

Por isso, “eu não vou ficar dizendo que o fracasso é divertido. Aquele período da minha vida foi terrível e eu não tinha ideia sobre o que iria acontecer com a minha decisão que mais parecia optar por um conto de fadas. Mas o fracasso te obriga jogar fora o que não é essencial. Eu parei de mentir para mim dizendo que eu era qualquer coisa menos o que eu realmente era de verdade e comecei a direcionar todas as minhas energias em terminar apenas aquilo que realmente me interessava. Se eu tivesse tido sucesso em qualquer outra coisa, talvez eu nunca tivesse encontrado a determinação para ter êxito na única coisa que realmente me pertencia. ” (JKR).

Mas sempre ouvi que Thomas Edison nunca tinha fracassado, ele só tinha descoberto 10 mil formas que não funcionaram. E achei que isto fizesse sentido. Daí “fiz 5.127 protótipos da minha ideia até conseguir fazer do jeito certo. Foram 5.126 fracassos sim, mas eu aprendi com cada um deles. Foi desta forma que eu cheguei a uma solução. Por isso, eu não me preocupo com fracassos. ” (JD)

E quando fui finalmente apresentar o meu negócio para os investidores, “muitos que consultei disseram-me abruptamente que eles achavam que eu estava vendendo uma ideia maluca. Foi o período mais difícil da minha vida. Sentia como se estivesse sendo chutado e escorraçado todas as vezes que eu saía por uma porta. Falei com 242 investidores e 217 disseram ‘não’. ” (HS)

Daí tentei vender diretamente para os clientes. Mas “eu fracassei feio na minha primeira venda. Juntei várias pessoas, mas naquele dia eu vendi, somando tudo, US$ 1,50. Quando sai, dirigi até a próxima esquina, coloquei minha cabeça no volante e chorei… todas as economias da minha vida estavam naquela empresa.” (MK).

Por fracassar tanto, eu não me julgo melhor do que você. Mas eu posso fazer mais do que você e ser mais perseverante. Se pensar bem, “a vida pode ser muito mais ampla se entender um simples fato: Tudo ao seu redor que você chama de vida foi criado por pessoas que não eram mais espertas do que você. E você pode mudar isso, pode influenciar, pode criar suas próprias soluções que as outras pessoas possam usar. Uma vez que aprenda isto, que pode mudar vidas, torná-las melhor porque estão confusas de diversas formas, uma vez que perceba isto, você nunca mais será o mesmo novamente”. (SJ)

Desta forma, pense sempre positivo. “Você é o seu pior inimigo. São seus pensamentos negativos que o seguram, nada além disso. ” (LB).

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George Lucas (GL) tentou vender seu filme Guerras nas Estrelas para as empresas de Hollywood durante anos, mas não havia interesse de ninguém. Da mesma forma, J. K. Rowling (JKR) entrou em contato com 12 editoras verificando o interesse delas em publicar o livro de um jovem bruxo chamado Harry Potter.

E se hoje James Dyson (DS) é bilionário tendo até recebido o título de “Sir” da rainha da Inglaterra, antes era só considerado um maluco que ficou trancado durante 27 anos tentando desenvolver um aspirador de pó que não utilizasse um saco como repositório.

Enquanto outros teriam desistido diante da segunda, quinta ou décima resposta negativa, Howard Schultz (HS) entrou em contato com centenas de potenciais investidores. A imensa maioria disse não, mas alguns poucos concordaram em investir na rede de cafeterias que estava criando, a Starbucks.

Da mesma forma, Mary Kay (MK) não desistiu diante do primeiro vexame como vendedora.

De uma certa forma, todos estes empreendedores venceram seus piores inimigos quando ainda estavam no início dos negócios seguindo o que tempos depois foi explicado por Steve Jobs (SJ) e resumido por Leon Brown (LB), um lendário jogador de baseball norte-americano que sempre soube ganhar de si mesmo.

 

Autor: Marcelo Nakagawa

Fonte: Exame.com

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